Um aluno com TEA matriculado na turma e o professor sem preparo específico para incluir de verdade, uma escola que recebe o diagnóstico mas não sabe adaptar a rotina. Incluir alunos com TEA exige formação própria em educação especial.
Educadores que recebem alunos com TEA em sala regular costumam se apoiar apenas na experiência do dia a dia, sem uma formação estruturada que junte educação especial, direitos humanos e adaptações curriculares.
O que esta pós-graduação resolve
Esta especialização une educação especial inclusiva e o transtorno do espectro autista (TEA): contextualização e inclusão do TEA, distúrbios da aprendizagem, psicomotricidade na educação especial e educação em direitos humanos.
São 360 horas, 100% online, de 3 a 6 meses, no seu ritmo. Você estuda pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem, sem dia nem horário marcado, e o TCC é opcional — quem não quer escrever monografia não precisa.
O que você vai aprender
- Educação especial — 40 horas sobre os fundamentos do atendimento educacional especializado.
- Transtorno do Espectro Autista (TEA) — 40 horas sobre as características do espectro.
- TEA: contextualização e inclusão — 40 horas sobre a inclusão escolar de alunos com TEA.
- Educação especial, inclusão escolar e adaptações curriculares — 40 horas sobre como adaptar o currículo.
- Legislação e políticas para educação inclusiva e especial — 40 horas sobre o marco legal da inclusão.
- Distúrbio da aprendizagem e educação em direitos humanos — 80 horas sobre dificuldades de aprendizagem e direitos da pessoa com deficiência.
Ao final do curso, você poderá
- Planejar adaptações curriculares para alunos com TEA.
- Reconhecer características do Transtorno do Espectro Autista em contexto escolar.
- Aplicar a legislação de educação inclusiva e especial na rotina escolar.
- Relacionar educação em direitos humanos com a prática inclusiva.
- Somar pontos em concursos, progressões e planos de carreira que pontuam pós-graduação lato sensu — confira sempre o edital do seu órgão.
Para quem é este curso
Para professores, pedagogos e profissionais da educação que atuam ou querem atuar com alunos com TEA.
Requisito de entrada: ter concluído o Ensino Superior. É a única exigência — a pós-graduação lato sensu é aberta a candidatos diplomados em cursos de graduação (Resolução CNE/CES nº 1/2018).