Um programa de prevenção à violência que não dialoga com a comunidade, um jovem em conflito com a lei tratado só como caso de polícia, nunca como pessoa em formação. Segurança pública que ignora cidadania resolve só metade do problema.
Quem trabalha com segurança, políticas sociais ou juventude sente essa lacuna na prática: falta repertório para juntar prevenção, direitos humanos e o papel de cada ente federativo numa mesma estratégia, em vez de tratá-los como agendas separadas.
O que esta pós-graduação resolve
Esta especialização une segurança pública e cidadania: criminologia, direitos humanos, juventude e criminalidade, sistema prisional e o papel de cada ente federado (União, estados e municípios) na segurança pública brasileira.
São 570 horas, 100% online, de 3 a 6 meses, no seu ritmo. Você estuda pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem, sem dia nem horário marcado, e o TCC é opcional — quem não quer escrever monografia não precisa.
O que você vai aprender
- Segurança pública no Brasil e o papel dos entes federados — 70 horas sobre quem faz o quê entre União, estados e municípios.
- Juventude e criminalidade — 70 horas sobre fatores de risco e proteção na trajetória de jovens em conflito com a lei.
- Direitos humanos e segurança pública — 70 horas sobre como conciliar prevenção e repressão com direitos fundamentais.
- Criminologia e segurança pública — 70 horas sobre as causas e os padrões da criminalidade.
- Sistema prisional e segurança pública — 70 horas sobre o funcionamento do sistema prisional e seus desafios.
- Relacionamento interpessoal — 70 horas sobre mediação e comunicação com comunidades e públicos vulneráveis.
Ao final do curso, você poderá
- Propor ações de segurança que dialoguem com prevenção e cidadania, não só repressão.
- Entender o papel de cada nível de governo numa política de segurança.
- Analisar casos de juventude e criminalidade com mais critério técnico.
- Mediar situações com comunidades e públicos vulneráveis com mais preparo.
- Somar pontos em concursos, progressões e planos de carreira que pontuam pós-graduação lato sensu — confira sempre o edital do seu órgão.
Para quem é este curso
Para profissionais de segurança pública, assistência social, educação e gestão municipal que trabalham com prevenção à violência, juventude ou políticas de cidadania.
Requisito de entrada: ter concluído o Ensino Superior. É a única exigência — a pós-graduação lato sensu é aberta a candidatos diplomados em cursos de graduação (Resolução CNE/CES nº 1/2018).