Uma família em conflito que chega ao serviço social sem saber por onde começar, uma criança em situação de risco cujo caso exige mais do que boa vontade. Trabalhar com famílias em situação de vulnerabilidade pede formação específica — não só empatia.
Profissionais de serviço social, psicologia e áreas afins enfrentam, na prática, casos que cruzam direito de família, saúde mental e política pública ao mesmo tempo — e a formação de graduação nem sempre aprofunda essa interseção.
O que esta pós-graduação resolve
Esta especialização aprofunda o trabalho com famílias e convivência familiar: modelos de terapia familiar, psicologia do aconselhamento familiar, direito de família, políticas públicas para infância e juventude, e antropologia e sociologia da família.
São 570 horas, 100% online, de 3 a 6 meses, no seu ritmo. Você estuda pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem, sem dia nem horário marcado, e o TCC é opcional — quem não quer escrever monografia não precisa.
O que você vai aprender
- Modelos de terapia familiar e terapia para casais — 130 horas sobre abordagens para mediar conflitos familiares e conjugais.
- Psicologia do aconselhamento familiar e psicologia social — 130 horas sobre o comportamento humano dentro e fora da família.
- Direito de família I e II — 130 horas sobre guarda, alimentos, adoção e os principais institutos jurídicos da família.
- Políticas públicas para a infância e a juventude — 60 horas sobre o ECA e a rede de proteção de crianças e adolescentes.
- Antropologia e sociologia — 60 horas sobre os diferentes arranjos familiares na sociedade contemporânea.
- Cuidados paliativos no início da vida — 60 horas sobre o acompanhamento de famílias em situações de perda perinatal.
Ao final do curso, você poderá
- Compreender casos familiares a partir de direito, psicologia e política pública ao mesmo tempo.
- Apoiar famílias em conflito com base em modelos de terapia familiar.
- Atuar com mais preparo em casos que envolvem a rede de proteção à infância e juventude.
- Reconhecer diferentes arranjos e dinâmicas familiares sem julgamento.
- Somar pontos em concursos, progressões e planos de carreira que pontuam pós-graduação lato sensu — confira sempre o edital do seu órgão.
Para quem é este curso
Para assistentes sociais, psicólogos, educadores e profissionais que atuam com famílias, crianças e adolescentes em serviços públicos, ONGs ou consultórios.
Requisito de entrada: ter concluído o Ensino Superior. É a única exigência — a pós-graduação lato sensu é aberta a candidatos diplomados em cursos de graduação (Resolução CNE/CES nº 1/2018).