Um paciente com pensamentos automáticos negativos que se repetem sessão após sessão, um caso que pede técnica estruturada, não só acolhimento. A terapia cognitivo-comportamental exige método — não só boa vontade clínica.
Psicólogos que atuam ou querem atuar com TCC costumam reunir cursos e leituras isoladas, sem uma formação estruturada que junte psicopatologia, técnica cognitiva e comportamental.
O que esta pós-graduação resolve
Esta especialização organiza a prática da terapia cognitivo-comportamental: psicopatologia, psicologia cognitiva, terapia cognitiva, terapia comportamental e terapia para casais.
São 570 horas, 100% online, de 3 a 6 meses, no seu ritmo. Você estuda pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem, sem dia nem horário marcado, e o TCC é opcional — quem não quer escrever monografia não precisa.
O que você vai aprender
- Psicopatologia — 70 horas sobre os quadros clínicos mais comuns na prática.
- Psicologia cognitiva — 60 horas sobre os processos mentais por trás do comportamento.
- Terapia cognitivo-comportamental, cognitiva e comportamental — 180 horas sobre as técnicas centrais da abordagem.
- Terapia para casais — 70 horas sobre a aplicação da TCC em relacionamentos.
- O desenvolvimento humano e sexualidade — 130 horas sobre o contexto de vida do paciente.
- Motricidade e neurociência — 60 horas sobre a base neurológica do comportamento.
Ao final do curso, você poderá
- Aplicar técnicas de terapia cognitivo-comportamental com mais estrutura.
- Reconhecer quadros de psicopatologia com mais critério clínico.
- Conduzir terapia para casais com base técnica.
- Fundamentar sua prática em psicologia cognitiva e neurociência.
- Somar pontos em concursos, progressões e planos de carreira que pontuam pós-graduação lato sensu — confira sempre o edital do seu órgão.
Para quem é este curso
Para psicólogos que querem aprofundar a prática clínica com terapia cognitivo-comportamental.
Requisito de entrada: ter concluído o Ensino Superior. É a única exigência — a pós-graduação lato sensu é aberta a candidatos diplomados em cursos de graduação (Resolução CNE/CES nº 1/2018).